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Produção: DEMO; Jazz Ao Centro Clube
Financiado por: XVIISemana Cultural da Universidade de Coimbra

Criação, encenação e interpretação: Cheila Pereira, Cláudio Vidal, Gil MAC, Margarida Cabral e Paula Rita Lourenço;
Textos: Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Baudelaire, Camilo Pessanha, Fernando Pessoa, Ricardo Reis, Rimbaud e Mário de Sá-Carneiro;
Recomposição dramatúrgica: Cheila Pereira, Cláudio Vidal e Paula Rita Lourenço;
Textos originais: Gil Mac e Margarida Cabral;
Composição musical e interpretação ao vivo: José Miguel Pereira (contrabaixo) e Fernando Miguel Oliveira (percussão);
Figurinos: Margarida Cabral;
Participação especial: Nuno Marques Pinto

Fundação Calouste Gulbenkian - apoio à internacionalização de Dança e Teatro

Hydra & Orpheu é um espectáculo que tem inspiração nos movimentos artísticos e literários entre o Simbolismo e o Futurismo, e na influência do poeta Camilo Pessanha na geração de Orpheu.
Uma viagem onde se proporcionam novas experiências entre o público e os performers, entre o corpo e o espaço, entre a poesia e a música.

10 e 11 Março | 21h30min
Casa do Mandarin - Macau

HYDRA&ORPHEU

Ficha artística e técnica
Produção: DEMO
Criação e interpretação: Cheila Pereira, Cláudio Vidal, Gil MAC, Margarida Cabral e Paula Rita Lourenço
Composição musical e media intectativo: Tiago Ângelo
Desenho de luz: Nuno Patinho
Cenografia: Bruno Gonçalves
Figurinos: Margarida Cabral
Apoios: CITAC, Circolando, Universidade do Minho - Licenciatura de Teatro, Máfia - Federação Cultural, Tio Júlio, RUC e Ilídio Design

A Ausência primordial sente-se na espinha dorsal e escorrega para a terra.
Pressente-se o Éden noutra dimensão. A inocência aqui já não existe, ficou apenas o eco da sua ideia num outro tempo.
A pupila dilatada do vulto que aparentemente não está presente, sabe que o silêncio é negro. Por isso treina-se a ascenção com gritos. Release. Aumenta-se o volume. 1, 2, som, som... É preciso amplificação! Aqui o corpo é outro, os sonhos arrastam-se pelo chão e reverberam na membrana celular. Interferências, ruídos, feedback! Sintonização... o ritual da liberdade!
O som sintético é processado com tempestades solares, arritmias e cores complementares! Esgravata-se o peito, desenterra-se alma e arrisca-se um caminho em stereo. Deitamos paredes abaixo, dançamos com o explodir de pipocas e eis que surge o Deus ex machina.

4 Março | 21h30min
Casa de Teatro de Sintra

PRESENÇA

Ficha artística e técnica
Classificação:
Teatro, Performance, Arte Sonora e Media Interactivos
Data da criação: 2017
Duração: 60 min.
Criação, encenação e interpretação: Cheila Pereira, Cláudio Vidal, Margarida Cabral e Paula Rita Lourenço
Composição musical e media interactivos e operação técnica: Tiago Ângelo
Desenho de luz e operação técnica: Nuno Patinho
Espaço cénico e figurinos: Cheila Pereira, Cláudio Vidal, Margarida Cabral e Paula Rita Lourenço
Textos de: Cheila Pereira, Cláudio Vidal, Margarida Cabral e Paula Rita Lourenço
Apoio à residência artística: Inestética - Companhia Teatral, C.A.R. - Círculo de Arte e Recreio, Centro Cultural Vila Flor e gnration
Produção: DEMO 2017
Agradecimentos: Câmara Municipal de Guimarães e C.E.T.E.
Fotografia: João Duarte

HIATUS consiste num espetáculo que cruza teatro, performance, arte sonora e arte visual, partindo do conceito de hiatus - falha ou pausa presenciada num fenómeno supostamente contínuo - para a experimentação e interação sonora. O movimento, o processamento e a amplificação do som, a manipulação de objectos, bem como a captação de fenómenos biológicos, convergem para a criação de novos estados.

18 Janeiro | 21h30min
TAGV - Coimbra

HIATUS

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